
Com Matheus Romano e Rafael Rodrigues // O equilibrismo é uma modalidade de circo bastante desafiadora que exige ao mesmo tempo percepção, domínio, foco e concentração. Venha experimentar equilibrar-se no rola-rola e movimentar-se equilibrando bastões e muito mais.

Especial Pop Rock. Abertura com dj Rodrigo Mod (às 21h30)

Com o Grupo Vão // Uma aparição. Cinco artistas surgem no espaço em meio ao público dublando hits remixados dos anos 1990, trazendo a tona o universo paradoxal da cultura pop e a sua natureza ao mesmo tempo massificadora e provocativa.
Mobilizando a sensação ambígua de familiaridade e incômodo, que vaza e desloca de um estado festivo para um estado ácido nossas percepções e referências, a playlist selecionada tensiona essa relação fazendo um recorte nacional e internacional de músicas interpretadas por mulheres.
A seleção de hits contagiantes costura em sua dramaturgia elementos do contexto cultural dos anos 90 no Brasil, momento com forte presença da televisão e seus programas de auditório, e maior abertura às influências norte-americanas, provenientes do avanço neoliberal nos aspectos político e econômico.
O que carregamos por essas décadas? “No hay banda, é tudo playback” aparece na velocidade de um vômito violento como resposta a toda atrocidade e retrocesso pelo qual estamos passando em escala global, expondo com humor ácido o efeito degenerativo provocado pela estrutura patriarcal e capitalista sob o qual estamos submetidas e cuja forças de vida, de prazer e de alegria precisam ser permanentemente ativadas.

A partir do mês de julho, os irmãos Max e Iggor Cavalera farão uma turnê comemorativa pela América Latina, celebrando os 25 anos do lançamento do álbum “Roots” (1996), um dos grandes clássicos do metal mundial e que faz parte da discografia de vida dos irmãos Cavalera. A turnês vai passar por diversos países, e desembarca em Ribeirão Preto no dia 6 de agosto, no Ipanema Clube.

Lançamento do álbum "Luz no Palco" // Alciony lançou seu primeiro disco em 1971 pela gravadora RCA Victor e hoje celebra os 50 anos desse momento com Luz do Palco. Os registros desse álbum ficaram arquivados por 10 anos e agora ganham vida nas interpretações da artista para obras de compositores de duas eras da Música Brasileira em um encontro entre a época áurea dos festivais, o nascimento da Bossa Nova e a MPB contemporânea.
Alciony Menegaz tem 3 discos lançados pela RCA Victor (71, 72 e 74) e 1 disco lançado pela Continental (79). Também lançou um disco pela RCA na Venezuela (77). Participou de diversos programas de TV como Hebe, Almoço com as Estrelas (Airton e Lolita Rodrigues), Programa do Bolinha, Rolando Boldrin, entre outros. Teve seu próprio programa no canal da NET TV RP, “Música & Arte”. Hoje é membro da Academia de Letras de Ribeirão Preto, além de também emprestar a sua voz para o canal do YouTube “TubKid”, com clipes de mais de 160 milhões de visualizações.

Com Thiago Salas // A atividade apresenta ferramentas disponíveis no Android e IOS para auxiliar músicos e interessados na criação, edição e processamento de áudio. O trabalho pretende fornecer habilidades iniciais e aprimorar conhecimentos acerca das principais funções de cada classe de aplicativos, demonstrando os objetivos principais e as limitações de cada ferramenta.
Serão explorados apps com funções diversas, divididos em classes como: sintetizadores, editores multipista, pick-up’s virtuais, beatmakers, gravadores, processadores, afinadores, metrônomos etc. Por fim, serão expostos os modos de conexão dos celulares com a finalidade de receber e enviar sinal de áudio, expandidos seu uso, abordando os principais tipos de conectores e gadgets de interface entre equipamentos, como por exemplo o iRig.

A Panteão Eventos, junto do Armázem Baixada, vai bailar no ritmo latino e trazer o melhor do som pra vocês curtirem! Discotecagem dos djs djs Fernando Vinhota, Panda, Dan3u e Karol SanPereira.

Aline Neli dos Santos nasceu em Uberaba/MG, é pedagoga, multiartista, pós-graduada em neuropsicopedagogia, metodologia do ensino de Artes e mestranda em Artes, Urbanidades e Sustentabilidade pela UFSJ. Mora em São João del-Rei-MG e Ribeirão Preto-SP, e atuou/atua em diferentes projetos educacionais, ambientais, culturais e artísticos, visando garantir o direito coletivo de participação/criação dos bens materiais, sociais e culturais.

2º Encontro de Artes Convergentes // O Cabaré Multi-linguagens integra a programação do 2º Encontro de Artes Convergentes e é um momento em que os artistas participantes da imersão podem se integrar a artistas da cidade e apresentar seus números, cenas e coreografias para o público de Ribeirão Preto.

No dia 30 de julho (sábado), grandes nomes do samba regional vão homenagear alguns dos maiores mestres da MPB. O grupo Raiz Samba 6 canta Martinho da Vila; Fernanda Marx interpreta Alcione; Alessandro Machado canta Djavan e as garotas do Batuka Nega cantarão Dona Ivone Lara, num espetáculo imperdível no Parque Maurílio Biagi, ao lado da rodoviária de Ribeirão Preto.

Com 4 indicações ao Grammy Latino, Disco de Ouro, 12 CDs e 4 DVDs lançados, Pedro Mariano é considerado pela mídia, artistas e seu público, um dos maiores intérpretes da música brasileira. Pedro Mariano, com 26 anos de carreira e no auge de sua forma vocal, retorna aos palcos para a turnê de seu Show “Pedro Mariano Recapitulando” onde relembra canções que fizeram sucesso em toda sua carreira.

10º Festival Choro da Casa // O Choro de Resistência é formado por Rui Kleiner (bandolim), Tiago Veltrone (cavaquinho), Keila Yonashiro (pandeiro) e Alexandre Wuensche (violão de 8 cordas), músicos com formação diversificada e intensa atividade na área do Choro. Suas vivências possibilitam tanto um trabalho de “resistência”, tocando peças de compositores dos primórdios do Choro, quanto um formato mais camerístico, visitando peças de compositores contemporâneos e adaptações de outras formas musicais para o quarteto.

Festival Nelson Rodrigues // Doroteia, um ser de beleza incomparável, está em busca da destruição de suas próprias feições após a morte de seu filho. O motivo do óbito? O médico que salvaria o pobre anjinho da febre perdeu-se em desejo por ela. Com ódio da vida que leva, a prostituta vai à casa de suas primas distantes. Uma casa só de mulheres, sem quartos, só de salas, onde não há homens há mais de 20 anos. As primas? Velhas, hieráticas, conservam-se em obstinada vigília – nenhuma delas jamais dormiu. São figuras abomináveis, que renegam tudo que há de mulher e de belo em si. São seres em decomposição e em constante negação ao prazer, vivendo obcecadas para com a castidade. A puta e as santas. É nesse contexto que “A Náusea” se constrói – e, posteriormente, se destrói. Um mundo rigidamente controlado, duro, com mulheres duras, feitas de pedra, que se destruirá com a chegada de uma parente distante. Regrada de dramaticidade e com uma pitada de humor, “A Náusea” discute assuntos palatáveis e verossímeis que se estendem ao longo dos tempos e propõe uma experiência sensorial ao público, partindo da estranheza, passando pelo lírico e caindo dentro do absoluto absurdo.

Entrada Free para os 100 primeiros // R$ 15 após