
Noite com jam da Houaiss Jazz Company, banda formada pelos músicos Rodrigo Skowa, Alexandre Gonçalves Peres, Nextrompet (Nescau), Sudu Lisi e Rapha Martini + discotecagem com Rogério Brito. Entrada: R$ 10 (até às 22h) // R$ 15. Abertura às 20h, show às 21h

Com Filipe Martone e Leonardo Soutello // Os dois filósofos se colocam a disposição para conversar sobre vários assuntos da Filosofia. A partir de perguntas que instigam, os frequentadores são convidados a refletir e elaborar um diálogo com os filósofos.

Finalmente estamos prontos para receber vocês na Quebrada, então preparem-se para celebrar esse grande momento. Garanta seu ingresso antecipado pra não perder a noite mais foda de todos os tempos. Line-up: Robsom Selectah / Neeganjah / Shonda / Fernando Vinhota / CVIO. Hostess: Nara Poison

Ninguém fica parado! Vocês pediram e o Armazém abre as portas no dia 29/7, sexta, para um Baile Funk digno com as djs Shonda, Neeganjah, Nataxxxa e Mini.

Acompanhado por uma banda de excepcionais músicos, Toquinho apresentará um dos grandes shows da sua vitoriosa carreira. Com seu inconfundível violão, e uma banda luxuosa, transforma a cena numa sala de visitas muito intimista, tocando canções que o acompanham desde a infância, e que só cantou entre amigos.

10º Festival Choro da Casa // O Choro de Resistência é formado por Rui Kleiner (bandolim), Tiago Veltrone (cavaquinho), Keila Yonashiro (pandeiro) e Alexandre Wuensche (violão de 8 cordas), músicos com formação diversificada e intensa atividade na área do Choro. Suas vivências possibilitam tanto um trabalho de “resistência”, tocando peças de compositores dos primórdios do Choro, quanto um formato mais camerístico, visitando peças de compositores contemporâneos e adaptações de outras formas musicais para o quarteto.

Festival Nelson Rodrigues // Uma das mais controversas peças de Nelson Rodrigues, Os Sete Gatinhos, como nos apresenta a crítica de sua estreia, em 1958, projeta “no palco, com sua luz violenta e implacável a verdadeira, a inconfessa fisionomia de todos nós e de cada um de nós. Quem quiser ver a sua própria cara, assista Os Sete Gatinhos”.

O funk brasileiro é um estilo musical popularizado nas quebradas do Rio de Janeiro, no fim dos anos 1980, com influência do funk americano. Os bailes dominaram a periferia, em seguida foi expandido para várias capitais do Brasil. O TRAP é uma expressão cultural dos guetos americanos nascido em 1990, em especial nas “trap houses”, clubes onde aconteciam batidas policiais violentas. Ambos estilos já “foram” muito marginalizados, mas hoje conquistaram um espaço consolidado no país.

Uma noite que traz tudo o que o groove brasileiro pode proporcionar. Vamos chamar o Síndico para cantarmos e dançarmos Tim Maia, Jorge Ben e tantos outros memoráveis da nossa música. E quem vem representar no baile é a Banda Balaco, com seu time de primeiríssima qualidade.

Se você tá afim de curtir o melhor do pop nacional, internacional, e aquele bom funk, é só colar na Quebrada e ser feliz. Vai rolar um combate entre esses estilos, então neste rolê todo mundo sai ganhando!

21ª FIL – Feira Internacional do Livro // Uma viagem musical pelos romances d’A Nau Catarineta, d’A Filha do Imperador do Brasil, d’A Morte do touro Mão de Pau, pelas canções O Rei e o Palhaço e Canudos, pelas peças instrumentais Rasga e Ponteio Acutilado, entre outras obras que serão entremeadas por falas, reflexões e histórias que marcam a convivência entre Antonio Nóbrega e Ariano Suassuna.

Com Cia Passarinho Contou // Um grupo de artistas caminham cantando e tocando, distribuindo poesias, tiradas na sorte dentro da casa de passarinho. Enquanto caminham, as artistas dançam, cantam e tocam para convidar as pessoas para interagir e ganhar sua poesia da sorte.

Com Elisa Lucinda // Ler um texto de improviso em voz alta é um ótimo exercício de compreensão e é preciso que, para isso, não tenhamos medo da palavra. Afinal nós a criamos. E, uma vez que somos seus criadores, podemos reinventá-la, neologizá-la, transformá-la em nossa aliada pois, se somos filhos da língua, somos filhos da palavra e com ela criamos relações, afetos, amores, negócios. Muitas vezes seu significado tão oculto e tão inalcançável é utilizado para nos intimidar, como acontece com textos jurídicos, médicos, científicos que nos assustam antes de compreendermos que nos protegem. A palavra com medo não sai, treme, dá insegurança, fragiliza, desorganiza, deixa sequelas como gagueira e até mudez. Nessa palestra-show, apresento a nossa responsabilidade em tornar a interpretação de textos e a leitura na sala de aula, principalmente, numa atividade cotidiana e prazerosa, pois nela treinaremos nossa leitura da realidade.

Pop Rock. Abertura com dj Rafa Russo (às 21h30)