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Por Francine Micheli
Fotos: Daniel Massa / Divulgação
Depois de realizar sua primeira exposição em Ribeirão Preto, o artista urbano Lelin Alves se prepara para levar a sua arte a um dos eventos mais importantes da área no Brasil. Ele exibirá seus trabalhos na 3ª Bienal Internacional Graffiti Fine Art, junto com mais 60 artistas brasileiros e de países como Estados Unidos, Chile, Japão, Inglaterra e Argentina.
Esta é a primeira vez que o artista participa de um encontro como esse e se diz feliz em ver a arte de rua ser reconhecida como legítima entre o meio cultural, deixando de lado os ares da marginalidade. Porém, a situação tem dois lados muitas vezes não percebidos. “Ganhamos muito espaço e reconhecimento, mas vejo algumas mídias e ‘conhecedores da arte’ destacando artistas como grafiteiros que não conhecem e não dão a mínima para a cultura que lutou durante décadas contra a repressão e preconceito”. Ele ainda enfatiza: “não vejo problema nenhum no reconhecimento de quem faz street art. Mas graffiti mesmo é outra coisa”.

Mural assinado por Lelin Alves em Campinas
Outro destaque da Bienal é o artista Mundano, que ficou conhecido no mundo todo pelo seu projeto Pimp My Carroça, desenvolvido em São Paulo e que transformou centenas de carroças de catadores de lixo em tela para sua arte.
A mostra acontece entre os dias 17 de abril e 17 de maio, no Pavilhão das Culturas Brasileiras do Parque do Ibirapuera, em São Paulo.







